Aqui na Divergent Beats, somos fãs assumidos de Blood Orange – e não temos medo de dizer. Para nós, Essex Honey é uma das grandes entregas de 2025.

Este é o quinto álbum de estúdio de Dev Hynes sob o nome Blood Orange, e o primeiro desde 2018. A espera valeu cada segundo. Do início ao fim, o disco traz aquele som inconfundível: introspectivo, elegante, cheio de camadas etéreas, mas agora com um punch mais direto, mais cru, mais urgente.

Essex Honey é um álbum sobre memória, luto e identidade. Dev o escreveu depois da perda da mãe em 2023, voltando às suas raízes em Essex para transformar dor em melodia. É pessoal, íntimo, quase como se ele estivesse nos convidando para abrir um diário sonoro.

E mesmo sendo profundamente autobiográfico, o disco brilha também pelas colaborações: Lorde, Caroline Polachek, Mustafa, Daniel Caesar, Tirzah, Amandla Stenberg e até Zadie Smith, que aparece recitando palavras em “Vivid Light”. Cada participação soma sem nunca roubar o foco – o coração segue sendo Dev.

O resultado? Um álbum que não só acompanha a cultura pop, mas a redefine. Entre synths melancólicos, pianos elétricos e batidas que lembram finais de tarde britânicos, Essex Honey é doce, dolorido e necessário. Um luxo de Essex para o mundo inteiro.

Ivan Jude Gorini


“Essex Honey: the melodic luxury only Blood Orange could deliver”

At Divergent Beats, we’re unapologetic Blood Orange fans – and we’re loud about it. To us, Essex Honey stands as one of the defining releases of 2025.

This is Dev Hynes’ fifth studio album under the Blood Orange name, and his first since 2018. The wait? Absolutely worth it. From start to finish, it’s that unmistakable Blood Orange sound: introspective, elegant, layered and ethereal—yet this time it hits harder, rawer, more urgent.

Essex Honey is an album about memory, grief, and identity. Written after the loss of his mother in 2023, it’s Dev returning to his Essex roots, turning pain into melody. It feels deeply personal, intimate—almost like listening to his sonic diary.

But it’s not just about him. The record shines with collabs: Lorde, Caroline Polachek, Mustafa, Daniel Caesar, Tirzah, Amandla Stenberg, and even Zadie Smith, who delivers a spoken passage on “Vivid Light.” Each guest adds color without ever overshadowing the core—Dev’s vision.

The result? An album that doesn’t just follow pop culture, it shifts it. With melancholic synths, electric piano textures, and beats that feel like late-summer evenings in the UK, Essex Honey is sweet, aching, and necessary. An Essex luxury, gifted to the whole world.

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