Nem todo término é fácil de digerir, e é justamente desse espaço de vulnerabilidade que Asleumo nos convida a entrar com seu novo single U Don’t Know What’s Make Me Hurt. O projeto de Pedro Anselmo de Souza, multi-instrumentista de São Paulo, traz uma mistura delicada de introspecção e sensibilidade, flertando com City Pop e sonoridades que lembram finais de década de 90.
O que nos conquistou imediatamente foi o som da bateria e da guitarra, com aquele toque nostálgico que nos transporta para outro tempo, e a voz de Asleumo, tão suave que parece uma carícia nos ouvidos. Cada nota, cada acorde, nos conecta com aquele sentimento de frustração e melancolia que acompanha o fim de ciclos, mas de um jeito que também inspira esperança.
O videoclipe, dirigido por Caio Campos, é uma extensão perfeita da música. Filmado em São Paulo, mostra Asleumo caminhando pela cidade com mazzos de flores em sua mochila, capturando momentos de introspecção, delicadeza e surpresa — até o final, quando um colpo di scena positivo nos deixa com um sorriso. A cidade, os gestos pequenos, a narrativa visual — tudo reforça a sensibilidade da faixa, transformando a experiência auditiva em algo que sentimos com o corpo todo.
No Divergent Beats, o que sentimos ao ouvir U Don’t Know What’s Make Me Hurt foi simples e profundo: essa é uma música que nos lembra de que é possível transformar a dor em beleza, que cada fim carrega dentro de si uma oportunidade de recomeço. É doce, nostálgica, intensa e super bem feita — uma faixa que você quer ouvir devagar, absorvendo cada detalhe.
Ivan Jude Gorini
Asleumo and the sweet melancholy of “U Don’t Know What’s Make Me Hurt”
Not every ending is easy to digest, and it’s from that space of vulnerability that Asleumo invites us with his new single U Don’t Know What’s Make Me Hurt. The project of Pedro Anselmo de Souza, a multi-instrumentalist from São Paulo, brings a delicate mix of introspection and sensitivity, flirting with City Pop and late-90s sounds.
What struck us immediately were the drums and guitar, with that nostalgic touch that transports us to another time, and Asleumo’s voice, so soft it feels like a gentle caress. Every note, every chord connects with that feeling of frustration and melancholy that comes with the end of cycles — but in a way that also inspires hope.
The music video, directed by Caio Campos, perfectly extends the song. Filmed in São Paulo, it shows Asleumo walking through the city with bouquets of flowers in his backpack, capturing moments of introspection, sweetness, and surprise — all the way to the end, with a positive twist that leaves you smiling. The city, the small gestures, the visual narrative — everything reinforces the track’s sensitivity, transforming the auditory experience into something you feel with your whole body.
At Divergent Beats, what we felt listening to U Don’t Know What’s MaKe Me Hurt was simple and deep: this is a song that reminds us it’s possible to turn pain into beauty, that every ending carries the seed of a new beginning. Sweet, nostalgic, intense, and beautifully crafted — a track you want to absorb slowly, savoring every detail.

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