Diretamente de Belém do Pará, a banda lento, distante nasceu em 2023 e rapidamente chamou atenção no cenário indie brasileiro. Formada por Sandy Iketani (voz), Henri Monteiro (guitarra e voz), Vinícius Lobato (guitarra), Lucas Parijós (baixo) e André Menino (bateria), o grupo constrói paisagens sonoras que transitam entre shoegaze, dream pop e atmosferas eletrônicas.

No dia 4 de setembro de 2025, eles lançaram seu primeiro álbum oficial: Tecendo Ficções. Um trabalho que já nasce com identidade forte, explorando memórias inventadas, nostalgias impossíveis e esse espaço entre o sonho e a lucidez.

As faixas do álbum funcionam como fios sonoros que costuram realidade e invenção. Cada canção carrega uma simplicidade poética nos versos, mas ao mesmo tempo uma profundidade que ressoa. É música feita para sentir com o corpo e com a alma.

Ao dar play em Tecendo Ficções, a sensação é de estar diante de um capítulo essencial do indie brasileiro contemporâneo. A voz etérea de Sandy atravessa camadas de guitarras sonhadoras e atmosferas que parecem suspender o tempo.

O que nos conquistou de verdade foram as letras: simples, mas cheias de significado. São frases que grudam na mente, como memórias de uma vida que talvez nunca vivemos, mas sentimos como se fossem nossas.

Pra gente, este disco é um capolavoro indie — daqueles que não podem passar despercebidos. Em 2025, em meio a tantos lançamentos, Tecendo Ficções chega como uma joia rara, obrigatória para quem busca emoção verdadeira na música.

Ivan Jude Gorini


lento, distante: the new ethereal voice from Belém

Straight out of Belém, Pará, lento, distante was born in 2023 and quickly stood out in Brazil’s indie scene. Made up of Sandy Iketani (vocals), Henri Monteiro (guitar and vocals), Vinícius Lobato (guitar), Lucas Parijós (bass), and André Menino (drums), the band weaves soundscapes that float between shoegaze, dream pop, and electronic atmospheres.

On September 4, 2025, they released their debut album: Tecendo Ficções. A record that already feels iconic, exploring imagined memories, impossible nostalgias, and that space between dreams and waking life.

The tracks play like threads, sewing together reality and invention. Each song carries poetic simplicity in the lyrics, yet they resonate with deep emotional weight. It’s music to be felt — with both body and soul.

Pressing play on Tecendo Ficções feels like stepping into a defining chapter of contemporary Brazilian indie. Sandy’s ethereal voice flows through dreamy guitars and atmospheres that seem to suspend time itself.

What really struck us were the lyrics: simple yet full of meaning. They stick with you like memories from a life you may not have lived — but somehow feel deeply connected to.

For us, this album is an indie masterpiece. In 2025, among so many releases, Tecendo Ficções shines like a rare gem — a must-hear for anyone searching for true emotion in music.

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