Portogues em baixo
Let me start with this:
This is not a review.
This is not an article I wrote to feature someone else’s work.
This is mine.
And I’m scared shitless.
But I also know this had to happen.
Luz Tropical is not just a book — it’s a landing.
My landing.
Back in Brazil.
Thirty years after I was pulled out of it at ten years old.
I went back with a camera, a notebook, and a broken compass.
I came back with 52 photographs, fragments of skin-memory, poems that smell like sun on wet concrete, and a body full of saudade.
That’s how Luz Tropical was born — first as a short film, now as a photo-poetry book.
Shot between Rio de Janeiro, São Paulo, and Aracaju, Luz Tropical is an attempt to translate dislocation into art.
Because what happens when you return to a place that was once yours but now lives inside you more than you live inside it?
What happens when the soil doesn’t recognize you — and yet your bones ache for it?
This project is my answer to that question.
Or at least the most honest try I’ve ever given.

📖 The Book
Coming September 2, 2025, Luz Tropical will be available on Amazon and all major online book platforms and libraries worldwide.
It’s a hybrid piece: poetry, photography, memory, identity.
It doesn’t follow rules. It’s messy. It’s mine.
It talks about immigration, belonging, the erasure of culture, and the bitter joy of reencounter.
Each photo is a scream, a whisper, a timestamp.
Each poem is a piece of the voice I lost — and found — on Brazilian ground.
🎞️ The Film
Before the book, there was the short film.
14 minutes and 45 seconds of visual poetry, archival dreams, and voiceovers that were hard to record without shaking.
You can feel it.
The film is currently screening in artistic and alternative spaces — and it’s the emotional backbone of the whole Luz Tropical universe.

💥 Why It Matters
Because we don’t talk enough about the kind of grief that comes with forced cultural amputation.
Because migration stories aren’t just about arrival — they’re about everything that gets buried in the process.
This is my way of digging it back up.
I made this book for myself.
But also for every person who left — and returned — and felt like a stranger in their own tongue.
For the queer kids, the neurodivergent ones, the displaced, the ones who don’t fit neat timelines.
So yeah, this is not your usual Divergent Beats feature.
This is me, Jude.
Founder of this beautiful chaotic space.
Telling you:
Luz Tropical is my heart cracked open, and I’m finally letting it burn under the right sun.
🔗 Stay Connected
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Mark your calendars: September 2.
Let the light in.
Luz Tropical: Trinta anos depois, eu voltei — e isso foi o que trouxe comigo
Deixa eu começar assim:
Isso não é uma resenha.
Isso não é um artigo que escrevi pra divulgar o trabalho de outra pessoa.
Esse aqui é meu.
E, sim, dá um frio na barriga.
Mas eu sei que precisava acontecer.
Luz Tropical não é só um livro — é um pouso.
O meu pouso.
De volta ao Brasil.
Trinta anos depois de ter sido arrancado de lá, com apenas 10 anos.
Voltei com uma câmera, um caderno e uma bússola quebrada.
Voltei pra Europa com 52 fotografias, pedaços de memória na pele, poemas que cheiram a sol no concreto molhado, e um corpo cheio de saudade.
Foi assim que nasceu Luz Tropical — primeiro como um curta-metragem, agora como um livro de poesia e fotografia.
Gravado entre Rio de Janeiro, São Paulo e Aracaju, Luz Tropical é a minha tentativa de traduzir o desenraizamento em arte.
Porque o que acontece quando você retorna a um lugar que já foi seu, mas que agora vive mais dentro de você do que você dentro dele?
O que acontece quando a terra não te reconhece — e mesmo assim os seus ossos ainda sentem falta dela?
Esse projeto é a minha resposta pra essa pergunta.
Ou pelo menos a tentativa mais honesta que já fiz.
📖 O Livro
Luz Tropical será lançado no dia 2 de setembro de 2025 e estará disponível na Amazon e em diversas outras plataformas digitais e livrarias pelo mundo.
É uma obra híbrida: poesia, fotografia, memória, identidade.
Não segue regras. É caótico. É meu.
Fala de imigração, pertencimento, apagamento cultural e da alegria agridoce de voltar pra casa.
Cada foto é um grito, um sussurro, um recorte do tempo.
Cada poema é um pedaço da voz que eu perdi — e reencontrei — em solo brasileiro.
🎞️ O Filme
Antes do livro, veio o curta.
14 minutos e 45 segundos de poesia visual, sonhos arquivados e narrações que eu mal consegui gravar sem tremer.
Mas a tremedeira está ali.
O filme já está sendo exibido em espaços artísticos e alternativos — e é a espinha dorsal emocional de todo o universo Luz Tropical.
💥 Por que isso importa
Porque a gente quase nunca fala do luto que vem com a amputação cultural.
Porque histórias de migração não são só sobre chegada — são sobre tudo aquilo que a gente enterra no processo.
Esse é o meu jeito de desenterrar.
Fiz esse livro pra mim.
Mas também pra toda pessoa que partiu — e voltou — e se sentiu estrangeira na própria língua.
Pra galera queer, neurodivergente, deslocada, pra quem nunca coube em cronologias fáceis.
Então é isso. Não é uma matéria comum da Divergent Beats.
Sou eu, Jude.
O criador desse espaço caótico e lindo.
Te dizendo o seguinte:
Luz Tropical é meu coração aberto em carne viva.
E agora, finalmente, deixei ele queimar no sol certo.
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Segue lá: @divergentbeats e @jude.gorini pra ver bastidores, prévias do filme e novidades exclusivas.
Anota aí: 2 de setembro.
Deixa a luz entrar.




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